Review of Night of the Living Dead (1968) by Deke P — 01 Nov 2015
O que fazer para animar uma madrugada morta de domingo? Ver um filme, um filme que fala sobre mortos. Como eu sou curioso, resolvi dar uma pesquisada na história dos zumbis no cinema, e eis que me surgiu esse filme, considerado por muitos o responsável por consolidar os zumbis como parte icônica do Freak Show.
Já disse em outros momentos que analisar um clássico é sempre muito difícil, ainda mais quando você não viveu a época em que o filme foi lançado, tendo uma visão muito superficial sobre o todo. Mas uma coisa é certa: seja 1900 e guaraná com rolha ou 3015, o telefone sempre dará problema quando você mais precisa dele. É triste saber que até hoje as pessoas são comidas vivas por falta de sinal no celular. INICIANDO, como todo filme de zumbi - que eu vi - esse vai direto ao ponto, mas pecou muito no desenvolvimento da história. Parece que esgotaram toda a adrenalina no começo do filme e depois ficaram com as sobras. Praticamente 120% do filme se passa em um só local, batendo a mesma tecla de "vou sair, calma, tô saindo, opa esqueci a roupa no varal tô voltando" a todo minuto. Pode chegar o momento em que você não aguenta mais o ócio e desista do filme, mas perca também o clímax, que é bisonhamente eletrizante.
É legal também você comparar os zumbis ~pré-históricos~ aos zumbis contemporâneos. Sedentários e mais semelhantes a uma pessoa com doente, é incrível ver como evoluíram para zumbis atletas que correm mais do que um guepardo e têm a aparência de um espaguete mofado.
This review of Night of the Living Dead (1968) was written by Deke P on 01 Nov 2015.
Night of the Living Dead has generally received very positive reviews.
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