Review of Hour of the Wolf (1968) by Gustavo H — 08 Nov 2010
O território perscrutado pelo hermético e cerebral autor sueco - concernente ao contágio da loucura entre pessoas de convivência próxima e à relação "vampiresca", predatória entre artista e plateia (com um explorando o outro, mutuamente; ecos temáticos remanescentes de Persona) -, é ensaiado como se fosse uma peça teatral lúgubre, de tendências estéticas expressionistas (consumadas em preto e branco por Sven Nykvist), assombrada por mórbidos delírios surrealistas.
O atraente - e artificioso - slogan "o único filme de horror de Bergman" foi criado para fomentar expectativas inoportunas, as quais, anote-se, talvez não sejam satisfeitas.
This review of Hour of the Wolf (1968) was written by Gustavo H on 08 Nov 2010.
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