Review of Cremaster 5 (1997) by Carlos N — 11 May 2008
CREMASTER 5.
Por último, no episódio mais lírico, a `rainha` (a ex- bond girl Ursula Undress) canta uma ópera de amor e sacrifício na Ópera de Budapeste enquanto relembra o sacrifício de `seu` mágico amado em plena ponte de Lanchid no sec XIX. A procura da libertação final é visível mas a conclusão do ciclo fica adiada, apesar da descendência fisiológica ser agora uma evidencia e a diferenciação, total, segundo as palavras de Mathew Barney.
Impenetrável e provocador, o ciclo `Cremaster` é uma obra que vale a pena descobrir e tentar compreender empregando uma postura , idêntica àquela que temos diante de uma exposição de arte contemporânea. Mas desaconselhável a espíritos pouco pacientes que apenas levam ao cinema o cérebro em `piloto automático`.
This review of Cremaster 5 (1997) was written by Carlos N on 11 May 2008.
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