Review of House of Games (1987) by Steve W — 02 Feb 2012
à difÃcil falar do "House of Games" sem tropeçar nos spoilers. Todo o filme só funciona para quem não souber muito sobre o que se passa. A estreia de David Mamet como realizador à (C) tambà (C)m daqueles filmes que devia surgir no primeiro ou segundo semestre de todos os cursos dedicados à escrita de argumentos.
Isto à (C) escrita contemporânea de primeira apanha. Não devem ter sido tantos os realizadores-argumentistas a ter uma estreia tão surpreendente como esta. "House of Games" deixa-nos com muito para pensar sobre a confiança, o jogo, as primeiras impressões e a capacidade de cada um em traçar um perfil do próximo.
Tudo isso a um ritmo alucinante e sem um minuto mal empregue. Os únicos defeitos estão na teatralidade demasiado presente (num terço do filme, vá lá) e na incapacidade de Lindsay Crouse como canastrona (em dois terços do filme e isso já à (C) mais grave).
Apesar disso, à (C) quase obrigatório tirar as duas horas para ver "House of Games".
This review of House of Games (1987) was written by Steve W on 02 Feb 2012.
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