Review of Godzilla: King of the Monsters (2019) by Leo_Minhotti — 08 Jun 2019
Os monstros aparecem, e quando eles chegam na tela, conseguem divertir a todos. Assustador? Claro que não. Mas ainda conseguem ser maravilhas técnicas. É uma pena que a mecânica do enredo não teve a imaginação que a equipe costuma transmitir. E os **** não têm figuras de comunicação. Quanta sorte um monstro pode ter!
A cientista Emma Russell (Vera Farmiga) tinha uma invenção chamada Orca (?). Ela faz sons que se comunicam com os monstros e controlam o seu comportamento. Mas Emma não tem a mesma sorte com a sua filha adolescente Madison (a atriz maravilhosa Millie Bobby Brown, de 'Stranger Things'), que acha de uma forma muito correta que a sua mãe ficou louca.
Madison ficou triste por ter perdido seu irmão na batalha que havia terminado no último filme da franquia. Mas Mark (Kyle Chandler), seu pai divorciado, está para baixo afogando as suas mágoas na bebida, mas agora retorna para restaurar o sentido do universo. A guerra se resume nas pessoas que acreditam que os humanos devem viver em paz com os monstros e os opositores que querem destruir as criaturas da face da terra. Por diversão e lucro, é claro. O filme consegue fazer você imaginar a Antártida chegar até Boston -- a destruição do Fenway Park por Ghidorah é um ótimo exemplo contendo efeitos especiais -- mas raramente chega a lugar algum. Você se importa? Provavelmente não. Quando os **** aparecem e começam a lutar, você cede vendo o filme apenas para se divertir e não levar a sério.
This review of Godzilla: King of the Monsters (2019) was written by Leo_Minhotti on 08 Jun 2019.
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