Review of All Good Things (2010) by Miguel A — 13 Dec 2011
"All good things" sofre bastante com o facto de ser um filme bifurcado: a primeira parte recupera alguma da tensão dos thrillers conjugais da dà (C)cada de 90 ("Dormindo com o inimigo", "Sliver") e consegue agarrar durante uma boa hora.
A segunda parte vem depois arruinar tudo o que havia de jeito com algumas cenas de tribunal mal despachadas e todo um rol de situações que nos fazem lembrar do remake do "Psycho" pelos piores motivos (aliás, não existem bons motivos para recordar esse cagalhão).
A partir de certa altura deixei de saber se estava a ver ainda o "All good things" ou uma reportagem da TVI. Para não descarrilar, o Ryan Gosling, que está em toda a parte agora, terá de evitar alguns embaraços como os que sofre na última meia hora do filme.
âToo much too soonâ? pode tambà (C)m acabar com a carreira de um actor.
This review of All Good Things (2010) was written by Miguel A on 13 Dec 2011.
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